Wesley Duke Lee. Retrato de Maria ou a respeito da Vovó (1970).
De Wesley pode-se seguramente dizer, com Hilda Hilst, que “O homem é só. Mas constelar na essência”. […] Em constraste com a imagem social que projeta, esse homem, eternamente do contra e solitário, é, em sua verdade mais íntima, habitado pelo espaço em que cresceu e pelas pessoas com quem conviveu e convive, no seio da família ou não. Esse pequeno núcleo, íntimo e secreto, constitui o manancial, o estímulo profundo, a força e o campo de exploração de seu trabalho.
Teixeira da Costa. Um salmão na corrente taciturna (2005).